Para encontrar a sua Alma Gêmea, abandone os clichês, de uma vez por todas!
por: Rosana BragaUm grande começo para
encontrá-la pode ser deixar de lado, de uma vez por
todas, os clichês, aquelas frasesinhas que
insistimos em repetir o tempo todo, sem critério,
sem consciência, como se estivéssemos nos defendendo
de algo que não conseguimos conquistar ou de um
objetivo que não sabemos como alcançar...
Não sabe do que eu estou falando? Quer um exemplo?
Vai me dizer que você nunca usou aquela típica os
homens são todos iguais, só mudam de nome e
endereço!
Será mesmo? Você realmente acredita nisso? Então,
por que é que está perdendo seu tempo à procura de
uma pessoa especial?!? São todas iguais mesmo! Fique
com a primeira que aparecer e conforme-se com o fato
de que ela também acha que você é igual a todo mundo
e só por isso resolveu ficar ao seu lado!!!
Que horrível isso, não?! Os clichês (ou mais
conhecidos como preconceitos) são limitadores. Você
é igual a todo mundo? Tenho certeza de que você não
acredita nisso e, mesmo que fosse louco ao ponto de
acreditar, eu lhe afirmaria com segurança de que
você não é igual a ninguém, de que não existe no
mundo um outro ser humano sequer igual a você! Mas
não pense que esse fato só se aplica à sua pessoa.
Todos nós somos especiais e únicos, portanto, não
venha com essa desculpinha esfarrapada de que as
relações não dão certo porque os homens (ou as
mulheres) não prestam... Caso você insista em dizer
isso, estará perdendo a oportunidade de conhecer
pessoas interessantes, diferentes e essenciais para
o seu próprio crescimento.
Então, eu repito e insisto: abandone os clichês. Não
encaixe as pessoas num molde preestabelecido, não
permita que sua mente acredite em frases prontas,
pois elas só servem para tentar nos convencer de que
a vida é mesmo uma droga, de que nada pode dar certo
e – pior – de que as pessoas não têm mais jeito
mesmo... E isso me faz lembrar de um outro clichê
muito utilizado, principalmente pelos mais velhos:
não se fazem mais mulheres como antigamente... Eu
acho realmente ótimo que não se façam mais mulheres
como antigamente. Não estamos no ‘antigamente’;
estamos no agora e precisamos de mulheres que se
adaptem e vivam no agora! Que mania de não aceitar
as mudanças, ou pior, que mania de querer dar valor
ao passado... garanto que antigamente, essas pessoas
não valorizaram as mulheres, mas agora perdem seu
tempo e enchem o nosso saco (com o perdão da
expressão), fazendo comparações sem nexo, que não
nos levam à nada e que não acrescentam nada de
bom...
É claro que conheceremos pessoas chatas e
indesejadas ao longo de nossas vidas, mas também
conheceremos pessoas cativantes, especiais e
imperdíveis! Precisamos nos permitir encontrá-las,
conhecê-las e dividir nosso mundo com cada uma
delas, para que, ao final de longos anos de
existência, possamos carregar em nossa alma a
certeza de termos desfrutado da diversidade e da
riqueza que o Universo nos oferece.
E precisamos, acima de tudo, aceitar o fato de que o
que é desinteressante para nós pode ser muito
interessante para outra pessoa!
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