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Vida
moderna e Sedentarismo...
A
vida cada vez com menos movimento envolve hábitos contra
indicados. O problema é que a maioria das pessoas cada vez
os incorpora de maneira mais efetiva. E reforçam um pensar
onde o corpo continua sendo apenas um acessório do
intelectual, mais valorizado em termos de sucesso,
competência e respeitabilidade.
No outro extremo, não apenas entre os mais jovens, mas
também entre os adultos, o culto ao corpo, os
freqüentadores de academia que não dispensam pelo menos
uma hora diária de malhação.
Onde encontrar o meio termo? Qual o mínimo necessário em
termos de atividade física que uma pessoa deve manter? Ou,
até mesmo, o ideal?
Até algum tempo atrás, convivia-se com a idéia do corpo
perfeito, a partir de modelo ideal de desenvolvimento
físico. Hoje, trabalha-se o corpo possível, quebrando-se o
paradigma da comparação. E é com corpo possível que todos
podem se exercitar, seja o obeso, o diabético, o portador
de deficiências. A mudança é tão real que os processos
seletivos ao curso de educação Física aboliram a prova de
aptidão física.
Mas, atualmente, pensar-se Educação Física ocorre a partir
de um enfoque no movimento, na motricidade humana. Através
do movimento que a criança diz estar viva, logo após o
parto, e, até antes dele, na barriga da mãe. E é a
capacidade de movimentar-se que a sociedade contemporânea,
com seus hábitos e cultura, está tirando de cada um.
Para especialistas, as pessoas estão divididas,
atualmente, em três grandes blocos. Veja em qual você se
encaixa, e os principais conselhos a cada um deles:
O típico sedentário: é aquele que serve de todas as
facilidades do mundo moderno, especialmente o disque
qualquer coisa: disk comida, disk vídeo, disk serviços.
Desistiu de andar um quarteirão para realizar qualquer
atividade, o carro é o principal instrumento cotidiano. A
ele se sugere que volte a desenvolver pelo menos os
afazeres domésticos, como empurrar o carrinho no
supermercado, levar o cachorro para passear, lavar o
quintal, subir as escadas. Nunca permanecer inativo por
mais de uma ou duas horas, procurando sempre se movimentar
no próprio ambiente com constância.
Os intermediários: são aqueles que têm a consciência que
precisam exercitar-se, mas ainda mantêm hábitos dos
sedentários. É a população-alvo dos programas de saúde,
que buscam indicar que é necessário que as pessoas se
organizem para ter rotina com, minimamente, uma hora de
atividades físicas diárias, ou, pelo menos, três vezes por
semana. Elas não serão suficientes para garantir-lhes um
condicionamento físico, mas estimularão a função orgânica.
O maior problema é que o grupo se caracteriza por pessoas
que praticamente desconhecem o tipo de atividade adequada
para desenvolver, sem ter clareza em como praticar
determinado tipo de esporte. É o caso, por exemplo, de
mulheres que realizam caminhadas de salto alto ou
sandália.
O grupo ideal: é o que pratica exercícios com
regularidade, com orientação adequada, com acompanhamento
de um profissional. Não se confundem com os atletas de fim
de semana que, por exemplo, se dizem em forma por jogarem
duas tardes continuadas de futebol.
Por
Beatriz Elias
Fonte:
Bemstar
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