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» Espiritualidade |
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2 CASOS EXTRATERRESTRES
Vera Ghimel -
veraghimel@oi.com.br |
Foram
2 experiências enriquecedoras. Uma delas foi uma
criança de 9 anos. Chegou acompanhada da mãe,
durante um trabalho de cirurgia espiritual.
Disse-lhe que não precisava trazer a criança, mesmo
assim pediu-me que a visse, pois não sabia mais o
que fazer. Olhei-a e era impressionante. Olhos
amendoados firmes e fixos em mim, testa alta, corpo
longilíneo. Observeio-o por alguns instantes e
chamei sua mãe para um canto, dizendo-lhe: -“Não sei
como a senhora vai reagir a isso que eu vou lhe
contar. Seu filho é extraterrestre. ” Ela começou a
chorar e me olhando exclamou: - “Graças a Deus
alguém viu!!! “ Contou-me, rapidamente, que seu
filho, desde os 6 anos, lhe dizia que não era daqui,
que não gostava desse planeta, por este ser
atrasado. Completou contando que ele ameaçara se
suicidar muitas vezes. O parto tinha sido muito
difícil, pois teve que enfrentar um princípio de
eclampse, ou eclampsia como se diz em patologia. Sua
pressão tinha chegado aos 21, sem que os médicos
nada pudessem fazer. Não sabia como tinha
sobrevivido. Marquei naquela semana um encontro para
atendê-la e lhe pedi que não trouxesse a criança.
Nesse encontro acabei sabendo toda a situação. Seu
filho viera cumprir uma encarnação na Terra, como
punição por ter feito um estrago em seu planeta. Ele
tentou não nascer e não construiu nenhum projeto
para essa encarnação. Por isso não participava de
nada na escola e vivia dizendo à mãe, que ninguém
tinha nada a lhe ensinar. A mãe fez um teste com ele
uma vez. Pegou um livro e começou a ler. Como o
menino estava de frente para ela e conseqüentemente
o livro de costas para ele, não poderia lê-lo. Mas
não foi isso que aconteceu o garoto continuou a ler
o que a mãe visualizava em pensamento. Todos os
exames de encefalograma davam estado alfa. Não
tivemos dúvidas. O garoto tinha capacidades
psíquicas muito maiores que qualquer criança aqui da
Terra. O problema era ele fazer um projeto. Sem
projeto, parecia um presidiário que sai para tomar
sol, apático e sem esperança. Passei para a segunda
etapa. Negociar com os guardiões que o acompanhavam.
Eles se apresentaram, captados pela minha vidência,
como “carcereiros” que estavam ali para garantir que
ele não se suicidaria. Foram eles, inclusive, que
salvaram a mãe, quando do seu nascimento. Uma vez
aceita a negociação, pedi-lhe que trouxesse o
menino. Foi a conversa mais surrealista que tive com
uma criança de 9 anos. Comecei falando que, nós da
Terra, precisávamos de seu conhecimento, pois o seu
planeta de origem, era bastante avançado
tecnologicamente e também espiritualmente. Ele
prontamente concordou. Pedi-lhe que fizesse um
projeto de encarnação e lhe fiz um renascimento. A
partir de então, ele começou a colaborar. Confessou
à mãe: - “Já que não tem jeito, me ensina sobre esse
sistema solar. Quero conhecer os planetas e como
funciona tudo por aqui. ” A mãe me ligava contando
os avanços e as descobertas. Estava mais confiante
por saber lidar melhor com a situação. Uma vez me
contou que ele, ao relutar em tomar banho, ela lhe
disse: “Vai ter que tomar banho e escovar o dente
sim. Se no seu planeta não tem disso, aqui tem! Hoje
moram no interior de Minas Gerais e, ao que parece
adaptados.
O segundo caso foi um jovem. Esse foi muito difícil.
Sua mãe, tentando entender o que acontecera ao seu
filho, já estava no seu oitavo ano de busca. Cada
vez piorava mais. Até os 14 ele era normal com uma
vida normal. Quando completou 14 anos, começaram os
sintomas. Agressividade, ausência, tentativas de
suicídio, muito sarcasmo, conversa em 3a pessoa. Já
não se comunicava direito com ninguém. Tentou
esfaquear o irmão e ateou fogo na casa. Eu comecei a
investigação do caso, através de sua mãe. Ela vinha
e eu retirava muitos obsessores. Nada mudava. Foi
quando então, meu com*P*dor começou a falhar
diariamente. Vinha o técnico e nada encontrava.
Certo dia, apareceu no canto da sala, onde eu a
atendia, uma figura estranha, que me disse que era
ele que estava estragando o meu com*P*dor.
Perguntei-lhe o porquê? Logo me disse que aquela
criatura que eu estava me empenhando em tratar era
um fugitivo que não teve nem a decência de ficar
para ser julgado em seu planeta. Perguntei-lhe então
do que estava sendo acusado. Ele me mostrou. Foi uma
visão terrível. Um planeta todo transformado,
geneticamente. Aquele jovem, filho daquela terna
senhora, sentada na minha frente, fez um estrago
genético em seu planeta de origem, misturando gens
de seres que ali habitavam, com os representantes
animais deles. E agora, eles o haviam encontrado.
Esse ser extraterrestre estava pondo todos os
prejudicados em seu planeta, para obsediá-lo,
freneticamente. Tentei argumentar que atormentá-lo
de nada adiantaria. Que se eles concordassem, e para
tanto precisariam parar de obsediá-lo, eu me
comprometeria a acompanhar o caso. E tão logo ele
recuperasse a sua sanidade, certamente, ao dormir,
colaboraria com eles em seu planeta. Acordo firmado,
acordo cumprido. O rapaz que tomava 5 remédios
diários, tarja preta, pela primeira vez, em 8 anos,
amanhecera calmo. A mãe, por conta própria, começou
devagar, a retirar os medicamentos. Renascemos ele.
Só faltava a sua colaboração durante à noite, como
havíamos combinado com o seu algóz. Esse foi o
problema. Era um espírito muito rebelde. Tivemos que
começar um trabalho de doutrinação pela apometria,
que foi feito em outro lugar, por mim recomendado.
Enquanto escrevia esse artigo, sua irmã me telefonou
para dar notícias dele. Já viaja com a família,
conversa, diz que já está se adaptando. . . . Que
bom, foram 5 anos de luta. Sua família, em nenhum,
momento desistiu. Ponto pra ela. Ponto pra ele,
ponto pra nós.
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