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» Lições de Vida |
Ímã
Saul Brandalise Jr. |
Nossa maior fonte de energia, inegavelmente, é o
nosso cérebro. Várias pesquisas em Universidades
Americanas e Européias demonstram que nada criado
pelo homem pode ser comparado à energia que o nosso
cérebro emite.
Ora, não se discute que somos o que pensamos e mais
ainda, que interiorizamos o meio em que vivemos.
Isso significa dizer que o comando de nosso cérebro
é exclusivamente de verdades nas quais QUEREMOS
crer.
Kenneth Kushner em seu livro “O Arqueiro Zen e a
Arte de Viver” afirma:
O treinamento Zen é árduo. De uma maneira ou de
outra, pelo esforço ou pelo sofrimento, todo
estudante terá que superar obstáculos. Trata-se de
uma constante luta contra o Ego - sede de
pensamentos e emoções que obscurecem a nossa
percepção.
É importante nos darmos conta de que nossos
pensamentos, uma vez emitidos, criam, geram uma
energia de atração e que tudo em nossa volta tende a
ser conforme cremos.
Torna-se fundamental, portanto, começarmos por
definir as nossas verdades e buscarmos em cada uma
delas a sua origem; avaliando se efetivamente nos
serve ou se nos foi imposta.
Quem impõe o faz por absoluto desconhecimento da
grave falta que é adestrar alguém. Nós, humanos,
temos cada um uma missão. Interferir nesta missão
significa gerar cumplicidade no cumprimento do
objetivo. Interferir no aprendizado de um ser humano
gera karma. Ter muito recurso ou viver com pouco faz
parte deste aprendizado.
Não é por acaso que cada signo reflete uma
personalidade. Não é por acaso que existem 12
signos. Não é por acaso que um Ariano nasce muito
puro.
Desta forma é importante conhecermos as verdades e
os porquês de sermos efetivamente o que pensamos.
Mais forte ainda: o que falamos é tanto pior
conforme formos agir. É fundamental sabermos que
tudo retorna, portanto, muito zelo no pensar é o que
faz a diferença.
Tudo o que projetamos iremos colher.
O Dr. Bruce Lipton, cientista americano, comandou
uma pesquisa nos Estados Unidos buscando provar que
as células, independente da distância, de alguma
forma se comunicam. Queria comprovar a força do
nosso pensamento.
A ação se resumia em colher amostra de sangue de uma
pessoa e analisar um simples hemograma. Guardar uma
amostra deste mesmo sangue em condições que
permitissem uma análise futura. Armazená-la a 500
milhas (800 Km) do doador.
Em seguida Lipton submeteu a mesma pessoa a um
estresse profundo. Quando ela estava emocionalmente
bastante alterada, colheu nova amostra de sangue.
Fez novo hemograma. Certamente que as alterações
eram visíveis, para pior. Os níveis de colesterol,
glicemia, etc., estavam alterados em relação ao
hemograma anterior.
Quando Lipton foi até a amostra de sangue que estava
armazenada a 500 milhas de distância, sabem o que
aconteceu?
Submeteu-a um novo exame e ela apresentou-se
exatamente igual à última análise feita sob
estresse. Ou seja, o sangue da pessoa, armazenado a
500 milhas, tinha se alterado, ficando igual ao da
última coleta. De alguma forma, inexplicavelmente,
as células se comunicaram, pois o sangue apresentava
as mesmas características.
Cada vez mais as pessoas e principalmente os
cientistas, estão se dando conta de que existe uma
força incomensurável em nosso pensamento. Mas é
tanta força que não se consegue medir ou avaliar.
Não conseguimos, portanto, medir o estrago que
fazemos com nossa vida quando afirmamos: “Eu não
consigo”...
Na próxima semana continuaremos...
Sei que nos veremos.
Beijo na alma
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