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Comande a sua vida através do seu poder pessoal
Osvaldo Shimoda
“Tudo depende de você mesmo, pois tudo deriva do
pensamento.
Portanto, conforme pensardes, assim terá”.
- Espiritualismo Mundial Racional e Cientifico.
Você costuma ocupar a sua mente com lembranças do
passado ou preocupações quanto ao futuro, e
raramente vive no presente?
Entra no negativismo, pessimismo, lamentando a
falta de sorte, sente pena de si e costuma culpar
os outros ou a vida pela sua infelicidade?
Espera que venha a “salvação mágica” ao invés de
criar condições para a solução de seus problemas?
Se você costuma pensar e agir dessa forma, não
está exercendo plenamente o seu poder pessoal,
interior.
E o que é Poder Pessoal?
É esse poder individual, sua força interior, fé em
si e na vida, seu autodomínio (controle
emocional), seus talentos, autoconhecimento
(consciência de si, dos outros e da vida).
Portanto, exercer o seu Poder Pessoal é vencer as
suas próprias limitações, seus temores, suas
ilusões, se superando dando a volta por cima
diante das adversidades da vida. Quando você
exerce o seu Poder Pessoal, pára de culpar os
outros, a vida, sai do vitimismo, do
coitadismo, e toma posse de si mesmo,
assumindo responsabilidade pela condução de sua
própria vida.
Você se torna uma pessoa autônoma e não um
autômato, não se deixando levar pela alienação e
pelo conformismo.
É comum as pessoas frequentemente pensarem que
suas vidas são destinadas e que não podem ser
mudadas. É evidente que não podemos mudar certos
acontecimentos em nossas vidas, mas seguramente
podemos mudar a forma de reagirmos a esses
acontecimentos, procurando extrair sempre as
aprendizagens necessárias para o nosso crescimento
pessoal e espiritual a que viemos nessa
encarnação.
Portanto, resgatar o Poder Pessoal é expandir a
nossa consciência tirando a “venda dos olhos”
(ilusão), isto é, o “véu do esquecimento” (a
barreira da memória que ocorre em forma de amnésia
e que a natureza criou para nos poupar
psicologicamente de lembrar acontecimentos
traumáticos advindos desta ou de vidas passadas,
causadora de nossos problemas).
A “venda dos olhos” (ilusão) é que leva as pessoas
a serem queixosas, vitimistas, a terem o hábito de
culpar, responsabilizar os outros, os fatos e a
vida pela sua infelicidade. Tudo isso, subtrai,
diminui o seu Poder Pessoal, a sua capacidade de
resolver as dificuldades da vida.
Desta forma, a Terapia Regressiva Evolutiva
(TRE) , como instrumento de autoconhecimento e
cura, proporciona a cada paciente – através da
orientação de seu(sua) mentor(a) espiritual -,
tomar “as rédeas” de sua vida.
Nos artigos anteriores, expliquei que a causa de
um problema deriva de 3 fatores:
A) Interno Psicológico, criado pelo próprio
paciente – fruto de experiências traumáticas desta
ou de vidas passadas;
B) Externo Interferência espiritual
intrusa, ou seja, espíritos obsessores;
C) Misto interno + esterno.
Expliquei ainda que 95% de meus pacientes, ao
passarem pela Terapia Regressiva, percebem que
existe um espírito obsessor prejudicando a sua
vida.
Muitos reagem se colocando como vítimas,
responsabilizando essa entidade espiritual por
todas as mazelas que vêm passando em suas vidas.
Outros ficam temerosos, se sentem fracos,
impotentes, não se sentem suficientemente capazes
de lidar com essas entidades espirituais.
Explico a esses pacientes que não adianta jogar a
culpa nesses espíritos desencarnados, porque se
eles estão prejudicando as suas vidas, é sinal que
houve cumplicidade, eles permitiram.
Em outras palavras, esclareço que um espírito
obsessor que deseja vingar-se do paciente por
tê-lo prejudicado numa vida passada, só conseguirá
o que quer se este lhe der uma brecha, ou seja,
entrar na mesma faixa vibratória dessa entidade,
que são os padrões de pensamentos, sentimentos e
atitudes negativas.
Um exemplo é quando o paciente se julga fraco,
incapaz, cultiva o negativismo, o pessimismo, a
desesperança, os medos, a insegurança, e ignora,
portanto, o seu Poder Pessoal, e acaba se tornando
presa fácil das influências negativas desses
obsessores. Eles sabem disso, buscam o ponto
vulnerável do paciente para levá-lo à depressão
para que o seu padrão energético caia.
Portanto, para se libertar das influências
negativas dessas entidades, é necessário elevar o
padrão vibratório, cultivando o bem, a
positividade, acreditando em si, na vida, no pai
celestial, nas forças amigas (mentor(a)
espiritual, amigos espirituais do astral, ter fé,
estar sempre conectado com eles, orando e
agradecendo pela ajuda recebida.
Caso Clínico: Automutilação
Mulher de 23 nos, solteira.
Paciente me procurou por conta de seu quadro
depressivo: desânimo, falta de motivação pela
vida, baixa auto-estima e comportamento
autodestrutivo.
Diante de uma crise nervosa, tentou várias vezes
se matar cortando o seu pulso ou os braços com
facas, cacos de vidro - quebrando copos,
presto-barba... Tentou enfiar a faca no pescoço,
mas sua mãe a impediu a tempo. Ficava
transtornada, e quando voltava ao seu estado
normal, só lembrava de alguns episódios. Chegou a
dormir 2 dias seguidos no hospital por ter tomado
um frasco todo (20ml) de calmante.
Sentia constantes crises de enxaqueca, calafrios
no corpo todo e febres, embora os médicos não
encontrassem nenhuma causa orgânica.
Sentia também muita angústia, aperto no peito,
impaciência, ansiedade, compulsão a gastar e à
comida (comia excessivamente).
Por conta dessas tentativas de suicídio, crises
nervosas, depressão, angústia e ansiedade, foi
internada várias vezes em hospital psiquiátrico.
Na área afetiva, seu namorado não quis mais
continuar o namoro de 2 anos por conta dessas
sucessivas crises nervosas que a acometiam.
Na entrevista de avaliação me chamou a atenção, no
relato da paciente, que nas crises nervosas, ela
se feria, se cortava com a mão esquerda e, no
entanto, era destra e não canhota. Disse-me que
sempre segurava ou fazia algo com a mão direita.
Ao regredir me disse:
“Estou com frio, vem do lado esquerdo de meu
corpo. Parece que tem alguém “assoprando” perto do
meu braço esquerdo... É uma presença espiritual
que está do meu lado esquerdo aqui no consultório
(paciente me relata deitada no divã). Acho que é
uma mulher... É um vulto negro, é ela que passa
esse frio para mim (na verdade, esse frio que a
paciente sente é por conta da presença dessa
entidade espiritual que habita as trevas - um
lugar frio e escuro).
Sinto calafrios pelo corpo todo – é o mesmo
calafrio que costumo sentir no meu dia-a-dia. Só
que agora está mais forte, mais intenso (pausa).
Ela olha para mim (está com o rosto bem próximo do
meu) dando gargalhadas, debochando de mim”.
- Pergunte-lhe o porquê dela estar gargalhando? –
peço à paciente.
“Diz que eu a fiz sofrer bastante, que eu a
abandonei numa vida passada. Ela pede para olhar a
barriga dela” (pausa).
- Eu olho e lhe pergunto: o que foi que aconteceu?
“Ela afirma que eu fui a médica que a matou, junto
com a filhinha dela, e que está aqui para ajustar
as contas. Diz ainda que nunca vai deixar eu ser
feliz”.
- Pergunte-lhe de que forma você a prejudicou
nessa vida passada? – Peço à paciente.
“Ela conta que teve uma complicação no parto e me
chamaram. Ela estava na sala de cirurgia e eu a
abandonei para atender um outro caso urgente.
Quando voltei, disse que ela e a nenê estavam
mortas porque já tinha passado do tempo para a
criança nascer. Ela me acusa dizendo que eu
demorei a socorrê-la, fala chorando que sou uma
assassina e que não poderia ter feito isso.
Diz ainda que nunca vai me perdoar e que por minha
causa também deixou o marido aqui na vida
terrena”.
- Pergunte-lhe há quanto tempo ocorreu esse
incidente? – Peço à paciente.
“Ela fala que foi muito tempo atrás, mas que isso
agora não importava. O que importava é que eu
tirei a sua vida e de sua filhinha. Ela está
chorando muito (pausa).”
- Peça ajuda ao seu mentor espiritual – peço à
paciente.
“Vejo uma luz clara, um senhor com um sorriso e um
semblante bem calmo se aproximando...
Ele me fala que eu preciso ser forte, que eu
precisava saber através dela o que tinha ocorrido
entre nós no passado. Mas que a versão original do
que ocorreu naquela vida passada não foi bem o que
ela contou... eu não tive culpa pela morte dela e
do nenê”.
Ele diz: “Eu quero que você saiba que estava em
uma emergência naquele hospital atendendo uma
outra paciente, e você era a única médica obstetra
de plantão.
Essa paciente estava tendo um aborto espontâneo.
Você a medicou após atendê-la.
Em seguida, acionaram para que fosse à sala de
cirurgia de parto para atender uma outra
emergência que era essa mulher (entidade
espiritual obsessora).
Mas ela estava inconsciente, pois tinha passado à
hora do bebê nascer – a pressão arterial dela
subiu e não tinha como controlá-la. Ela acabou
falecendo junto com o bebê.
Portanto, você não a deixou, como ela lhe contou
no inicio.
Em verdade, só depois que você atendeu a 1ª
paciente é que foi socorrê-la. Desta forma, você
não a abandonou, não houve negligência de sua
parte.
O meu mentor fala que ele queria que eu ouvisse
isso dela para também poder ajudá-la a perceber o
que ocorreu realmente naquela vida passada.
Diz ainda que eles (os espíritos superiores)
tentaram ajudá-la para lhe explicar a versão
verdadeira do ocorrido, mas foi em vão porque ela
os evitava, fugindo, não querendo ouvir”.
- Pergunte ao seu mentor se ele sabe do paradeiro
da filha dela? – Peço à paciente.
“Ele responde que a filha está bem, está com eles
no astral.
Tentaram persuadi-la a vê-la, mas ela não
acreditou neles, pois achava que sua filhinha
estava morta.
Ela (entidade obsessora) está chorando. Eu digo a
ela para confiar nos espíritos de luz, que sua
filha está viva, em espírito.
Ela diz que está com medo de vê-la e relembrar a
dor da perda. Diz que é muito duro para ela o que
aconteceu naquele hospital (pausa).
Receosa, me pergunta se sua filha vai se lembrar
dela ao vê-la?
O meu mentor responde que ela pergunta sempre pela
mãe, querendo vê-la.
Ela está chorando muito, concorda em vê-la, me
pede desculpas, perdão por ter me prejudicado todo
esse tempo. Confessa que está cansada de sofrer
nesse lugar onde ela estava (trevas).
O meu mentor lhe esclarece que ela ainda não havia
conseguido se encontrar com sua filha, porque
nutria muito ódio de mim e também por não se
conformar com a perda de sua vida.
Ele diz que agora a paz estará no meio de todos, e
que era fundamental eu conversar com ela para
quebrar o elo de nosso passado. (pausa)
Ela está agora indo embora com outros seres de
luz. Estão orientando-a e acolhendo-a neste
momento.
O meu mentor me explica que primeiro ela será
cuidada no hospital do astral, pois está muito
debilitada, para depois se encontrar com a filha.
Ele faz questão de afirmar que não haverá mais a
influência negativa daquela entidade em minha
vida, porque ela entendeu todo o equívoco que
cometeu.
Fala que ela vinha realmente atrapalhando a minha
vida há muito tempo, só esperando o momento certo
para poder agir. Ou seja, só estava esperando uma
oportunidade para me prejudicar. E como eu estava
fragilizada, nutrindo pensamentos e sentimentos
negativos de autopiedade, raiva, rejeição,
insegurança, sentimentos de desvalor, ela
conseguiu me prejudicar até mesmo no lado amoroso
com o meu namorado. Mas como não haverá mais a
interferência espiritual dela, pede para eu abrir
o meu coração que irei encontrar a pessoa certa.
Diz que daqui para frente tudo dependerá de mim,
fala para eu ter força para viver intensamente
todos os momentos de minha vida. Em relação aos
remédios, pede para eu confiar na médica
psiquiatra que gradativamente irá diminuir a
dosagem, pois venho tomando há muito tempo e o meu
organismo se acostumou com a química.
‘Faça a sua parte que faremos a nossa. Seja forte
e acredite na felicidade’, diz o meu mentor
espiritual.
Ele fala sorrindo, com um semblante suave,
agradece ao senhor (referindo-se a mim como
terapeuta) porque foi um elo de ligação entre nós.
Diz ainda que o seu trabalho é maravilhoso e que
todos do astral estão orando pelo Doutor”.
Após passar por mais 4 sessões de regressão, a
paciente estava se sentindo muito bem, não tinha
mais vontade de se suicidar, de se automutilar;
aqueles calafrios e febres constantes, bem como
suas dores de cabeças desapareceram. Estava mais
calma, voltou a dar gargalhadas, não sentia mais
aquela angústia, aperto no peito, e não estava
mais gastando como antes; estava também comendo
normalmente sem se exceder. |