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"Tudo depende de você mesmo, pois tudo deriva do
pensamento.
Portanto, conforme pensardes, assim terá".
- Espiritualismo Mundial Racional e Cientifico.
Você costuma ocupar a sua mente com lembranças do
passado ou preocupações quanto ao futuro, e
raramente vive no presente?
Entra no negativismo, pessimismo, lamentando a falta
de sorte, sente pena de si e costuma culpar os
outros ou a vida pela sua infelicidade?
Espera que venha a "salvação mágica" ao invés de
criar condições para a solução de seus problemas?
Se você costuma pensar e agir dessa forma, não está
exercendo plenamente o seu poder pessoal, interior.
E o que é Poder Pessoal?
É esse poder individual, sua força interior, fé em
si e na vida, seu autodomínio (controle emocional),
seus talentos, autoconhecimento (consciência de si,
dos outros e da vida).
Portanto, exercer o seu Poder Pessoal é vencer as
suas próprias limitações, seus temores, suas
ilusões, se superando dando a volta por cima diante
das adversidades da vida. Quando você exerce o seu
Poder Pessoal, pára de culpar os outros, a vida, sai
do vitimismo, do coitadismo, e toma posse de si
mesmo, assumindo responsabilidade pela condução de
sua própria vida.
Você se torna uma pessoa autônoma e não um autômato,
não se deixando levar pela alienação e pelo
conformismo.
É comum as pessoas frequentemente pensarem que suas
vidas são destinadas e que não podem ser mudadas. É
evidente que não podemos mudar certos acontecimentos
em nossas vidas, mas seguramente podemos mudar a
forma de reagirmos a esses acontecimentos,
procurando extrair sempre as aprendizagens
necessárias para o nosso crescimento pessoal e
espiritual a que viemos nessa encarnação.
Portanto, resgatar o Poder Pessoal é expandir a
nossa consciência tirando a "venda dos olhos"
(ilusão), isto é, o "véu do esquecimento" (a
barreira da memória que ocorre em forma de amnésia e
que a natureza criou para nos poupar
psicologicamente de lembrar acontecimentos
traumáticos advindos desta ou de vidas passadas,
causadora de nossos problemas).
A "venda dos olhos" (ilusão) é que leva as pessoas a
serem queixosas, vitimistas, a terem o hábito de
culpar, responsabilizar os outros, os fatos e a vida
pela sua infelicidade. Tudo isso, subtrai, diminui o
seu Poder Pessoal, a sua capacidade de resolver as
dificuldades da vida.
Desta forma, a Terapia Regressiva Evolutiva (TRE) ,
como instrumento de autoconhecimento e cura,
proporciona a cada paciente - através da orientação
de seu(sua) mentor(a) espiritual -, tomar "as
rédeas" de sua vida.
Nos artigos anteriores, expliquei que a causa de um
problema deriva de 3 fatores:
A) Interno Psicológico, criado pelo próprio paciente
- fruto de experiências traumáticas desta ou de
vidas passadas;
B) Externo Interferência espiritual intrusa, ou
seja, espíritos obsessores;
C) Misto interno + esterno.
Expliquei ainda que 95% de meus pacientes, ao
passarem pela Terapia Regressiva, percebem que
existe um espírito obsessor prejudicando a sua vida.
Muitos reagem se colocando como vítimas,
responsabilizando essa entidade espiritual por todas
as mazelas que vêm passando em suas vidas.
Outros ficam temerosos, se sentem fracos,
impotentes, não se sentem suficientemente capazes de
lidar com essas entidades espirituais.
Explico a esses pacientes que não adianta jogar a
culpa nesses espíritos desencarnados, porque se eles
estão prejudicando as suas vidas, é sinal que houve
cumplicidade, eles permitiram.
Em outras palavras, esclareço que um espírito
obsessor que deseja vingar-se do paciente por tê-lo
prejudicado numa vida passada, só conseguirá o que
quer se este lhe der uma brecha, ou seja, entrar na
mesma faixa vibratória dessa entidade, que são os
padrões de pensamentos, sentimentos e atitudes
negativas.
Um exemplo é quando o paciente se julga fraco,
incapaz, cultiva o negativismo, o pessimismo, a
desesperança, os medos, a insegurança, e ignora,
portanto, o seu Poder Pessoal, e acaba se tornando
presa fácil das influências negativas desses
obsessores. Eles sabem disso, buscam o ponto
vulnerável do paciente para levá-lo à depressão para
que o seu padrão energético caia.
Portanto, para se libertar das influências negativas
dessas entidades, é necessário elevar o padrão
vibratório, cultivando o bem, a positividade,
acreditando em si, na vida, no pai celestial, nas
forças amigas (mentor(a) espiritual, amigos
espirituais do astral, ter fé, estar sempre
conectado com eles, orando e agradecendo pela ajuda
recebida.
Caso Clínico: Automutilação
Mulher de 23 nos, solteira.
Paciente me procurou por conta de seu quadro
depressivo: desânimo, falta de motivação pela vida,
baixa auto-estima e comportamento autodestrutivo.
Diante de uma crise nervosa, tentou várias vezes se
matar cortando o seu pulso ou os braços com facas,
cacos de vidro - quebrando copos, presto-barba...
Tentou enfiar a faca no pescoço, mas sua mãe a
impediu a tempo. Ficava transtornada, e quando
voltava ao seu estado normal, só lembrava de alguns
episódios. Chegou a dormir 2 dias seguidos no
hospital por ter tomado um frasco todo (20ml) de
calmante.
Sentia constantes crises de enxaqueca, calafrios no
corpo todo e febres, embora os médicos não
encontrassem nenhuma causa orgânica.
Sentia também muita angústia, aperto no peito,
impaciência, ansiedade, compulsão a gastar e à
comida (comia excessivamente).
Por conta dessas tentativas de suicídio, crises
nervosas, depressão, angústia e ansiedade, foi
internada várias vezes em hospital psiquiátrico.
Na área afetiva, seu namorado não quis mais
continuar o namoro de 2 anos por conta dessas
sucessivas crises nervosas que a acometiam.
Na entrevista de avaliação me chamou a atenção, no
relato da paciente, que nas crises nervosas, ela se
feria, se cortava com a mão esquerda e, no entanto,
era destra e não canhota. Disse-me que sempre
segurava ou fazia algo com a mão direita.
Ao regredir me disse:
"Estou com frio, vem do lado esquerdo de meu corpo.
Parece que tem alguém "assoprando" perto do meu
braço esquerdo... É uma presença espiritual que está
do meu lado esquerdo aqui no consultório (paciente
me relata deitada no divã). Acho que é uma mulher...
É um vulto negro, é ela que passa esse frio para mim
(na verdade, esse frio que a paciente sente é por
conta da presença dessa entidade espiritual que
habita as trevas - um lugar frio e escuro).
Sinto calafrios pelo corpo todo - é o mesmo calafrio
que costumo sentir no meu dia-a-dia. Só que agora
está mais forte, mais intenso (pausa).
Ela olha para mim (está com o rosto bem próximo do
meu) dando gargalhadas, debochando de mim".
- Pergunte-lhe o porquê dela estar gargalhando? -
peço à paciente.
"Diz que eu a fiz sofrer bastante, que eu a
abandonei numa vida passada. Ela pede para olhar a
barriga dela" (pausa).
- Eu olho e lhe pergunto: o que foi que aconteceu?
"Ela afirma que eu fui a médica que a matou, junto
com a filhinha dela, e que está aqui para ajustar as
contas. Diz ainda que nunca vai deixar eu ser
feliz".
- Pergunte-lhe de que forma você a prejudicou nessa
vida passada? - Peço à paciente.
"Ela conta que teve uma complicação no parto e me
chamaram. Ela estava na sala de cirurgia e eu a
abandonei para atender um outro caso urgente. Quando
voltei, disse que ela e a nenê estavam mortas porque
já tinha passado do tempo para a criança nascer. Ela
me acusa dizendo que eu demorei a socorrê-la, fala
chorando que sou uma assassina e que não poderia ter
feito isso.
Diz ainda que nunca vai me perdoar e que por minha
causa também deixou o marido aqui na vida terrena".
- Pergunte-lhe há quanto tempo ocorreu esse
incidente? - Peço à paciente.
"Ela fala que foi muito tempo atrás, mas que isso
agora não importava. O que importava é que eu tirei
a sua vida e de sua filhinha. Ela está chorando
muito (pausa)."
- Peça ajuda ao seu mentor espiritual - peço à
paciente.
"Vejo uma luz clara, um senhor com um sorriso e um
semblante bem calmo se aproximando...
Ele me fala que eu preciso ser forte, que eu
precisava saber através dela o que tinha ocorrido
entre nós no passado. Mas que a versão original do
que ocorreu naquela vida passada não foi bem o que
ela contou... eu não tive culpa pela morte dela e do
nenê".
Ele diz: "Eu quero que você saiba que estava em uma
emergência naquele hospital atendendo uma outra
paciente, e você era a única médica obstetra de
plantão.
Essa paciente estava tendo um aborto espontâneo.
Você a medicou após atendê-la.
Em seguida, acionaram para que fosse à sala de
cirurgia de parto para atender uma outra emergência
que era essa mulher (entidade espiritual obsessora).
Mas ela estava inconsciente, pois tinha passado à
hora do bebê nascer - a pressão arterial dela subiu
e não tinha como controlá-la. Ela acabou falecendo
junto com o bebê.
Portanto, você não a deixou, como ela lhe contou no
inicio.
Em verdade, só depois que você atendeu a 1ª paciente
é que foi socorrê-la. Desta forma, você não a
abandonou, não houve negligência de sua parte.
O meu mentor fala que ele queria que eu ouvisse isso
dela para também poder ajudá-la a perceber o que
ocorreu realmente naquela vida passada.
Diz ainda que eles (os espíritos superiores)
tentaram ajudá-la para lhe explicar a versão
verdadeira do ocorrido, mas foi em vão porque ela os
evitava, fugindo, não querendo ouvir".
- Pergunte ao seu mentor se ele sabe do paradeiro da
filha dela? - Peço à paciente.
"Ele responde que a filha está bem, está com eles no
astral.
Tentaram persuadi-la a vê-la, mas ela não acreditou
neles, pois achava que sua filhinha estava morta.
Ela (entidade obsessora) está chorando. Eu digo a
ela para confiar nos espíritos de luz, que sua filha
está viva, em espírito.
Ela diz que está com medo de vê-la e relembrar a dor
da perda. Diz que é muito duro para ela o que
aconteceu naquele hospital (pausa).
Receosa, me pergunta se sua filha vai se lembrar
dela ao vê-la?
O meu mentor responde que ela pergunta sempre pela
mãe, querendo vê-la.
Ela está chorando muito, concorda em vê-la, me pede
desculpas, perdão por ter me prejudicado todo esse
tempo. Confessa que está cansada de sofrer nesse
lugar onde ela estava (trevas).
O meu mentor lhe esclarece que ela ainda não havia
conseguido se encontrar com sua filha, porque nutria
muito ódio de mim e também por não se conformar com
a perda de sua vida.
Ele diz que agora a paz estará no meio de todos, e
que era fundamental eu conversar com ela para
quebrar o elo de nosso passado. (pausa)
Ela está agora indo embora com outros seres de luz.
Estão orientando-a e acolhendo-a neste momento.
O meu mentor me explica que primeiro ela será
cuidada no hospital do astral, pois está muito
debilitada, para depois se encontrar com a filha.
Ele faz questão de afirmar que não haverá mais a
influência negativa daquela entidade em minha vida,
porque ela entendeu todo o equívoco que cometeu.
Fala que ela vinha realmente atrapalhando a minha
vida há muito tempo, só esperando o momento certo
para poder agir. Ou seja, só estava esperando uma
oportunidade para me prejudicar. E como eu estava
fragilizada, nutrindo pensamentos e sentimentos
negativos de autopiedade, raiva, rejeição,
insegurança, sentimentos de desvalor, ela conseguiu
me prejudicar até mesmo no lado amoroso com o meu
namorado. Mas como não haverá mais a interferência
espiritual dela, pede para eu abrir o meu coração
que irei encontrar a pessoa certa.
Diz que daqui para frente tudo dependerá de mim,
fala para eu ter força para viver intensamente todos
os momentos de minha vida. Em relação aos remédios,
pede para eu confiar na médica psiquiatra que
gradativamente irá diminuir a dosagem, pois venho
tomando há muito tempo e o meu organismo se
acostumou com a química.
'Faça a sua parte que faremos a nossa. Seja forte e
acredite na felicidade', diz o meu mentor
espiritual.
Ele fala sorrindo, com um semblante suave, agradece
ao senhor (referindo-se a mim como terapeuta) porque
foi um elo de ligação entre nós. Diz ainda que o seu
trabalho é maravilhoso e que todos do astral estão
orando pelo Doutor".
Após passar por mais 4 sessões de regressão, a
paciente estava se sentindo muito bem, não tinha
mais vontade de se suicidar, de se automutilar;
aqueles calafrios e febres constantes, bem como suas
dores de cabeças desapareceram. Estava mais calma,
voltou a dar gargalhadas, não sentia mais aquela
angústia, aperto no peito, e não estava mais
gastando como antes; estava também comendo
normalmente sem se exceder.
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