Por
que a minha vida está travada, bloqueada e não flui?
Vem sempre algo para me prejudicar?
Por que os meus relacionamentos amorosos não dão
certo, só atraio homens casados ou comprometidos,
não consigo casar, constituir uma família?
Por que os meus relacionamentos afetivos são sempre
conturbados?
Por que não me encontro, afetiva e
profissionalmente?
Por que sou fechado, tímido, inseguro, tenho medo de
me expor em grupo, me sinto rejeitado, solitário?
Por que esse vazio, essa angústia; minha vida não
tem sentido?
Por que não evoluo, não prospero financeira e
profissionalmente?
Por que...
Estas são as queixas mais freqüentes (entre outras)
de pacientes que passaram pela TRE (Terapia
Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor
espiritual, uma abordagem psicológica e espiritual
breve, e que sofreram profundas mudanças após
conversarem com os seus mentores espirituais,
recebendo suas sábias orientações acerca de suas
vidas e de seus problemas.A TRE,
como uma nova abordagem psicológica e espiritual,
criada por mim, oferece uma terapêutica breve,
segura e eficaz para curar distúrbios psíquicos,
psicossomáticos, orgânicos, principalmente aqueles
onde a medicina oficial não encontra a causa, bem
como problemas de relacionamento interpessoal de
toda ordem.
Em estado hipnótico e de relaxamento alfa e theta
(transe leve e médio de aprofundamento hipnótico,
sempre consciente), muitos pacientes ao regredirem
às suas vidas passadas, entrando em contato com a
causa verdadeira de seu(s) problema(s) e
esclarecidos em como resolvê-lo(s) -através de seus
mentores espirituais-, descrevem também experiências
espirituais profundas e inusitadas. Essas vivências
têm muito poder e acabam transformando suas vidas.
Os leitores assíduos de meus artigos, que acompanham
os relatos dos casos clínicos por mim apresentados
desde 2001, percebem as bênçãos que estes pacientes
alcançaram com essa terapia.
Ao passar pela TRE a visão do paciente sobre a vida
e a morte muda substancialmente, os valores se
convertem, mesmo entre aqueles que se dizem
agnósticos. Sem dúvida alguma, muitas pessoas que
passaram por essa terapia tiveram profundas mudanças
em suas vidas. Neste aspecto, tenho o prazer de
afirmar a qualquer pessoa que me pergunta em relação
a essa terapia, que ela realmente funciona.
Por isso, sou imensamente grato e reverencio o Pai
Maior e as forças espirituais (mentores espirituais)
amigas do Astral Superior pelos resultados obtidos
nessa terapia.
Caso Clínico:
Por que a minha vida está bloqueada, nada dá certo?
Mulher de 35 anos, solteira
A paciente veio ao meu consultório se queixando de
que nada dava certo em sua vida, e se dava, tudo
vinha com muita dificuldade, com muito sacrifício.
Queria entender, portanto, por que a sua vida estava
travada na área afetiva, familiar, profissional e
financeira.
Após o término da terapia, ela me enviou um e-mail
de agradecimento pelos benefícios que essa terapia
trouxe em sua vida. Vou transcrever na íntegra o seu
e-mail:
Olá Dr. Osvaldo,
É com muita alegria que venho falar sobre os
benefícios que obtive após passar por essa
maravilhosa terapia. Como o senhor já tratou de
muitos pacientes, talvez não lembre com detalhes do
meu caso. Por isso, vou procurar relatá-lo da forma
mais breve possível para não ocupar muito o seu
tempo, pois sei que o senhor é uma pessoa muito
ocupada.
Nasci de uma família de classe média, católica, sou
a mais velha de quatro irmãos, a minha vida sempre
foi muito difícil, muito sofrida. Passei por duas
grandes enchentes em São Paulo, onde a minha família
perdeu tudo. Meu pai era bancário e minha mãe
professora, Vivíamos (eu e meus irmãos) indo da casa
para a escola, mas sempre tudo foi muito complicado:
nasci a fórceps, contraí todas as doenças infantis
possíveis e imagináveis, sempre caía e quebrava
algum osso, na adolescência era o patinho feio,
fazia tudo para agradar, parecia que uma nuvem negra
andava sobre minha cabeça; tudo, mas tudo mesmo,
dava errado. Passava de ano sempre com muita
dificuldade, me esforçava tanto, vivia estressada,
daí apareciam as alergias, era horrível. Com muito
custo terminei a escola.
Enquanto as meninas da minha idade se preocupavam em
namorar, eu tinha que cuidar da casa e dos meus
irmãos. Tentava trabalhar fora, pois não agüentava
mais ficar como empregada. Mandava currículos, os
entrevistadores ligavam para marcar a entrevista, e
quando chegava lá parecia que eu era o 'demônio',
era impressionante, me ignoravam ou me destratavam.
Isso aconteceu por várias vezes. Então, resolvi
ficar em casa mesmo, cuidando dos serviços
domésticos.
Meus pais não entendiam por que eu não conseguia
nada; era sair de casa e algo dava errado. Um dia
estava indo procurar emprego, e dentro do ônibus,
sentada na cadeira do corredor, a pessoa do lado
abriu a janela e do nada senti algo atingir meu
rosto: alguém fora do ônibus jogara algo tão fedido,
que tive que descer do ônibus; era sempre assim.
Assaltos então... perdi a conta. E namorado, ninguém
me via, eu era invisível.
Enquanto isso, meus irmãos prosperavam; meu irmão
(dois anos mais novo que eu) já estava na faculdade
e fazia estágio em uma multinacional; minha irmã
mais velha terminara a escola com louvor e estava
noiva de um rapaz muito bom; a caçula, a mais
mimada, tinha tudo, ela era o meu oposto, não fazia
esforço para nada e as coisas vinham para ela, sem
grandes sacrifícios. Meus pais deram um carro para o
meu irmão logo que ele passou na faculdade; a minha
irmã mais velha ganhou um carro do noivo, e eu
andava de ônibus sempre lotado. Não consegui tirar a
carta de motorista, então deixei pra lá. Já me
acostumara com as dificuldades de minha vida.
Eu tinha uma energia tão ruim, era uma coisa tão
esquisita que até a minha família se cansou de mim,
já nem mais participava de nada, pois tudo o que eu
ia fazer dava errado. Vivia no meu cantinho, com a
minha tristeza, um grande vazio, sem perspectiva,
sem nada.
Naquela altura do campeonato, com 35 anos, já tinha
ido a todos os lugares, buscado todas as religiões,
tudo o que me ensinavam eu fazia. Nem preciso falar
sobre a minha auto-estima, um medo de tudo, um
horror! Ah, consegui fazer também terapia, com muito
custo, sem esquecer que o terapeuta faltava mais do
que ia às sessões.
Então, um belo dia, folheando uma revista no
consultório de meu terapeuta, li uma reportagem do
senhor e fiquei impressionada. Pela primeira vez na
vida senti alegria. Saí do consultório ainda com o
que li a respeito de sua terapia. Liguei, mas como
tudo em minha vida sempre vinha com muita
dificuldade, sua secretária falou que a lista de
espera era de seis meses; na hora, fiquei
decepcionada, mas pensei: Tenho seis meses para
levantar o dinheiro. Deixei meu nome na lista e
aguardei ansiosa para a minha entrevista de
avaliação. O 'dia D' chegou, saí de casa bem antes
da hora, pois sabia que podia acontecer alguma coisa
de ruim, isso era frequente. Cheguei antes do
horário, estava muito ansiosa, nervosa. Sabia que
não era certo depositar todas as fichas em uma
pessoa, mas confiei, acreditei. O senhor me passou
tanta confiança, lembro que ao relatar todos os
acontecimentos de minha vida quase acabei com sua
caixinha de lenços, o senhor lembra?
Eu só queria entender por que minha vida era tão
difícil, tudo acontecia comigo, tudo truncado, em
todos os aspectos: familiar, financeiro,
relacionamento, tudo mesmo. Eu lembro que na minha
adolescência não era tão revoltada, mas era triste;
então, eu pensava: se era para passar por tudo
aquilo em minha vida, que passasse com consciência e
resignação.
Bom, o dia da 1ª sessão chegou, lembro-me que choveu
tanto que quase não consegui chegar, mas já estava
acostumada. Para a minha decepção, não consegui
quase nada nessa primeira sessão, fiquei triste, tão
chateada, mas o senhor me falou que era devido à
minha ansiedade, e que eu tivesse fé. Na semana
seguinte, lá estava eu, e veio então a história de
minha vida passada que foi a causa, que desencadeou
todo o sofrimento da vida atual.
Eu me vi como uma mulher com vestido de época, era
mais ou menos no ano de 1830, tinha uns 19 anos, era
morena, muito bonita, mas muito má. Conheci um
homem, que se chamava Afonso, muito rico, ele era
viúvo e tinha três filhos (depois identifiquei como
meus três irmãos de hoje; por isso, eu tive que me
dedicar a eles).
Esse homem acabou se apaixonando por mim, ele achava
que eu podia cuidar dele, da casa e também dos seus
filhos. Eu, particularmente, estava de olho no
dinheiro dele. Aceitei me casar com ele e fiz da
vida daquelas crianças um inferno. Barrava tudo o
que elas queriam fazer, colocava remédio para dar
dor de barriga para que eles não conseguissem
estudar, viviam deitados, tinham febre... Meu marido
não entendia, ele dizia: 'meus filhos sempre foram
saudáveis, nunca me deram trabalho, por que agora
estão sempre doentes'? Eu respondia: meu amor,
acredito que seja porque estou cuidando deles como a
mãe que eles não tiveram. Já lhes falei que não
quero ficar no lugar dela, mas eles fazem questão de
me afrontar; não quero fazer intriga, mas veja como
eles estão doentes.
Desta forma, fiz com que o meu marido ficasse contra
os filhos; este era meu intuito: tirar aquelas
pestes da minha vida, não agüentava mais o choro, as
brigas, tudo. Consegui mudar tudo naquela casa, não
queria que nada lembrasse a 'finada', que se chamava
Cecília. Por isso, troquei todos os empregados, era
uma pessoa que se não gostasse de algo ou de alguém,
dava um jeito de mudar, não queria saber se aquela
pessoa iria sofrer, se tinha família; enfim, eu era
muito mimada, as coisas tinham que ser do meu jeito.
Dr. Osvaldo, quando voltei da regressão, não
conseguia parar de chorar, pensei: como pude ser tão
ruim, infantil com todos naquela vida passada? Eu me
sentia a pior das pessoas; realmente, merecia passar
por tudo o que estava passando na vida presente.
Cheguei em casa, a minha irmãzinha caçula estava no
portão, eu a abracei com tanto amor e carinho, ela
não entendeu nada, mas eu sabia o que tinha feito.
Eu falei para ela: 'te amo, minha irmãzinha querida,
você merece tudo de bom, merece ser feliz, me perdoe
por tudo o que fiz, por favor'. Ela me abraçou, e
começamos a chorar. Da mesma forma, fiz com meus
outros dois irmãos: pedi perdão do fundo de meu
coração; pela primeira vez, vi minha família unida,
senti uma grande alegria.
Ainda faltava mais uma sessão, tinha que saber o que
tinha acontecido com o meu marido daquela existência
passada?
Na última sessão, senti no consultório um calor tão
gostoso, senti também um cheiro de rosas, vi um
homem e uma mulher, estavam de branco e nas roupas
tinham detalhes que pareciam de ouro. Intui que era
o meu marido Afonso daquela vida passada e a mulher
dele, a Cecília, a que tinha falecido; comecei a
chorar, não conseguia olhar para eles, sentia
vergonha do que tinha feito no passado, pedi perdão.
Afonso me falou: 'Minha querida e amada irmã, como
você evoluiu, estamos tão felizes por seu
crescimento, é para você que deve pedir perdão, não
para nós; somos apenas companheiros de viagem,
apenas instrumentos para que possamos alcançar a
perfeição, se perdoe'. Cecília pegou a minhas mãos,
mas me sentia tão sem graça, que não olhava
diretamente para ela, ela sorriu, passou as mãos em
meu rosto e me disse: Você está livre, minha menina;
estamos aqui torcendo por você, vá e viva!
Dr. Osvaldo, o senhor me perguntou naquela sessão se
eu queria fazer alguma pergunta ao casal; na
verdade, eu só agradecia, e um sentimento de amor
tomou conta de mim, pois realmente me sentia livre.
Eles agradeceram, e os vi indo embora.
Desta forma, consegui entender que tudo que
acontecia de errado em minha vida, na verdade, era a
minha alma que cobrava, ou seja, eu que me cobrava,
estava me autopunindo por ter prejudicado àquela
família da vida passada. Saí do seu consultório
leve, pois tinha obtido a resposta, havia entendido
a causa de meu problema. E aconteceu exatamente como
o senhor havia me dito antes de iniciarmos as
sessões de regressão, de que 'A Verdade Vos
Libertará', como dizia o mestre Jesus Cristo.
Dr. Osvaldo, já se passou um ano após o término da
terapia, e a minha vida hoje é outra. Já estou no
primeiro ano da faculdade de Psicologia, consegui um
emprego na empresa em que meu irmão trabalha que é
na área de RH, também estou namorando, ele é um
homem muito bom e honesto, estamos planejando casar
no início de 2010.
Enfim, Dr. Osvaldo, estou tão feliz, que gostaria
que todas as pessoas soubessem da mudança que essa
terapia provocou em minha vida. Se o senhor quiser,
eu autorizo a publicar o meu caso, pois, da mesma
forma que fui beneficiada ao ler o caso clínico que
o senhor publicou em seu site e, com isso, me fez
procurar essa terapia, acredito que outras pessoas
serão também beneficiadas ao lerem o meu caso.
Agradeço a Deus, ao casal Afonso e a Cecília (meus
mentores) e ao senhor; rezo para que tenha muita
saúde e que possa continuar a ajudar um maior número
de pessoas. Que Deus te abençoe"!
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