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A TRE, como uma nova
abordagem psicológica e espiritual, criada
por mim, oferece uma terapêutica breve,
segura e eficaz para curar distúrbios
psíquicos, psicossomáticos, orgânicos,
principalmente aqueles onde a medicina
oficial não encontra a causa, bem como
problemas de relacionamento interpessoal de
toda ordem.
Em estado hipnótico e de relaxamento alfa e
theta (transe leve e médio de aprofundamento
hipnótico, sempre consciente), muitos
pacientes ao regredirem às suas vidas
passadas, entrando em contato com a causa
verdadeira de seu(s) problema(s) e
esclarecidos em como resolvê-lo(s) -através
de seus mentores espirituais-, descrevem
também experiências espirituais profundas e
inusitadas. Essas vivências têm muito poder
e acabam transformando suas vidas.
Os leitores assíduos de meus artigos, que
acompanham os relatos dos casos clínicos por
mim apresentados desde 2001, percebem as
bênçãos que estes pacientes alcançaram com
essa terapia.
Ao passar pela TRE a visão do paciente sobre
a vida e a morte muda substancialmente, os
valores se convertem, mesmo entre aqueles
que se dizem agnósticos. Sem dúvida alguma,
muitas pessoas que passaram por essa terapia
tiveram profundas mudanças em suas vidas.
Neste aspecto, tenho o prazer de afirmar a
qualquer pessoa que me pergunta em relação a
essa terapia, que ela realmente funciona.
Por isso, sou imensamente grato e reverencio
o Pai Maior e as forças espirituais
(mentores espirituais) amigas do Astral
Superior pelos resultados obtidos nessa
terapia.
Caso Clínico:
Por que a minha vida está bloqueada, nada dá
certo?
Mulher de 35 anos, solteira
A paciente veio ao meu consultório se
queixando de que nada dava certo em sua
vida, e se dava, tudo vinha com muita
dificuldade, com muito sacrifício. Queria
entender, portanto, por que a sua vida
estava travada na área afetiva, familiar,
profissional e financeira.
Após o término da terapia, ela me enviou um
e-mail de agradecimento pelos benefícios que
essa terapia trouxe em sua vida. Vou
transcrever na íntegra o seu e-mail:
Olá Dr. Osvaldo,
É com muita alegria que venho falar sobre os
benefícios que obtive após passar por essa
maravilhosa terapia. Como o senhor já tratou
de muitos pacientes, talvez não lembre com
detalhes do meu caso. Por isso, vou procurar
relatá-lo da forma mais breve possível para
não ocupar muito o seu tempo, pois sei que o
senhor é uma pessoa muito ocupada.
Nasci de uma família de classe média,
católica, sou a mais velha de quatro irmãos,
a minha vida sempre foi muito difícil, muito
sofrida. Passei por duas grandes enchentes
em São Paulo, onde a minha família perdeu
tudo. Meu pai era bancário e minha mãe
professora, Vivíamos (eu e meus irmãos) indo
da casa para a escola, mas sempre tudo foi
muito complicado: nasci a fórceps, contraí
todas as doenças infantis possíveis e
imagináveis, sempre caía e quebrava algum
osso, na adolescência era o patinho feio,
fazia tudo para agradar, parecia que uma
nuvem negra andava sobre minha cabeça; tudo,
mas tudo mesmo, dava errado. Passava de ano
sempre com muita dificuldade, me esforçava
tanto, vivia estressada, daí apareciam as
alergias, era horrível. Com muito custo
terminei a escola.
Enquanto as meninas da minha idade se
preocupavam em namorar, eu tinha que cuidar
da casa e dos meus irmãos. Tentava trabalhar
fora, pois não agüentava mais ficar como
empregada. Mandava currículos, os
entrevistadores ligavam para marcar a
entrevista, e quando chegava lá parecia que
eu era o 'demônio', era impressionante, me
ignoravam ou me destratavam. Isso aconteceu
por várias vezes. Então, resolvi ficar em
casa mesmo, cuidando dos serviços
domésticos.
Meus pais não entendiam por que eu não
conseguia nada; era sair de casa e algo dava
errado. Um dia estava indo procurar emprego,
e dentro do ônibus, sentada na cadeira do
corredor, a pessoa do lado abriu a janela e
do nada senti algo atingir meu rosto: alguém
fora do ônibus jogara algo tão fedido, que
tive que descer do ônibus; era sempre assim.
Assaltos então... perdi a conta. E namorado,
ninguém me via, eu era invisível.
Enquanto isso, meus irmãos prosperavam; meu
irmão (dois anos mais novo que eu) já estava
na faculdade e fazia estágio em uma
multinacional; minha irmã mais velha
terminara a escola com louvor e estava noiva
de um rapaz muito bom; a caçula, a mais
mimada, tinha tudo, ela era o meu oposto,
não fazia esforço para nada e as coisas
vinham para ela, sem grandes sacrifícios.
Meus pais deram um carro para o meu irmão
logo que ele passou na faculdade; a minha
irmã mais velha ganhou um carro do noivo, e
eu andava de ônibus sempre lotado. Não
consegui tirar a carta de motorista, então
deixei pra lá. Já me acostumara com as
dificuldades de minha vida.
Eu tinha uma energia tão ruim, era uma coisa
tão esquisita que até a minha família se
cansou de mim, já nem mais participava de
nada, pois tudo o que eu ia fazer dava
errado. Vivia no meu cantinho, com a minha
tristeza, um grande vazio, sem perspectiva,
sem nada.
Naquela altura do campeonato, com 35 anos,
já tinha ido a todos os lugares, buscado
todas as religiões, tudo o que me ensinavam
eu fazia. Nem preciso falar sobre a minha
auto-estima, um medo de tudo, um horror! Ah,
consegui fazer também terapia, com muito
custo, sem esquecer que o terapeuta faltava
mais do que ia às sessões.
Então, um belo dia, folheando uma revista no
consultório de meu terapeuta, li uma
reportagem do senhor e fiquei impressionada.
Pela primeira vez na vida senti alegria. Saí
do consultório ainda com o que li a respeito
de sua terapia. Liguei, mas como tudo em
minha vida sempre vinha com muita
dificuldade, sua secretária falou que a
lista de espera era de seis meses; na hora,
fiquei decepcionada, mas pensei: Tenho seis
meses para levantar o dinheiro. Deixei meu
nome na lista e aguardei ansiosa para a
minha entrevista de avaliação. O 'dia D'
chegou, saí de casa bem antes da hora, pois
sabia que podia acontecer alguma coisa de
ruim, isso era frequente. Cheguei antes do
horário, estava muito ansiosa, nervosa.
Sabia que não era certo depositar todas as
fichas em uma pessoa, mas confiei,
acreditei. O senhor me passou tanta
confiança, lembro que ao relatar todos os
acontecimentos de minha vida quase acabei
com sua caixinha de lenços, o senhor lembra?
Eu só queria entender por que minha vida era
tão difícil, tudo acontecia comigo, tudo
truncado, em todos os aspectos: familiar,
financeiro, relacionamento, tudo mesmo. Eu
lembro que na minha adolescência não era tão
revoltada, mas era triste; então, eu
pensava: se era para passar por tudo aquilo
em minha vida, que passasse com consciência
e resignação.
Bom, o dia da 1ª sessão chegou, lembro-me
que choveu tanto que quase não consegui
chegar, mas já estava acostumada. Para a
minha decepção, não consegui quase nada
nessa primeira sessão, fiquei triste, tão
chateada, mas o senhor me falou que era
devido à minha ansiedade, e que eu tivesse
fé. Na semana seguinte, lá estava eu, e veio
então a história de minha vida passada que
foi a causa, que desencadeou todo o
sofrimento da vida atual.
Eu me vi como uma mulher com vestido de
época, era mais ou menos no ano de 1830,
tinha uns 19 anos, era morena, muito bonita,
mas muito má. Conheci um homem, que se
chamava Afonso, muito rico, ele era viúvo e
tinha três filhos (depois identifiquei como
meus três irmãos de hoje; por isso, eu tive
que me dedicar a eles).
Esse homem acabou se apaixonando por mim,
ele achava que eu podia cuidar dele, da casa
e também dos seus filhos. Eu,
particularmente, estava de olho no dinheiro
dele. Aceitei me casar com ele e fiz da vida
daquelas crianças um inferno. Barrava tudo o
que elas queriam fazer, colocava remédio
para dar dor de barriga para que eles não
conseguissem estudar, viviam deitados,
tinham febre... Meu marido não entendia, ele
dizia: 'meus filhos sempre foram saudáveis,
nunca me deram trabalho, por que agora estão
sempre doentes'? Eu respondia: meu amor,
acredito que seja porque estou cuidando
deles como a mãe que eles não tiveram. Já
lhes falei que não quero ficar no lugar
dela, mas eles fazem questão de me afrontar;
não quero fazer intriga, mas veja como eles
estão doentes.
Desta forma, fiz com que o meu marido
ficasse contra os filhos; este era meu
intuito: tirar aquelas pestes da minha vida,
não agüentava mais o choro, as brigas, tudo.
Consegui mudar tudo naquela casa, não queria
que nada lembrasse a 'finada', que se
chamava Cecília. Por isso, troquei todos os
empregados, era uma pessoa que se não
gostasse de algo ou de alguém, dava um jeito
de mudar, não queria saber se aquela pessoa
iria sofrer, se tinha família; enfim, eu era
muito mimada, as coisas tinham que ser do
meu jeito.
Dr. Osvaldo, quando voltei da regressão, não
conseguia parar de chorar, pensei: como pude
ser tão ruim, infantil com todos naquela
vida passada? Eu me sentia a pior das
pessoas; realmente, merecia passar por tudo
o que estava passando na vida presente.
Cheguei em casa, a minha irmãzinha caçula
estava no portão, eu a abracei com tanto
amor e carinho, ela não entendeu nada, mas
eu sabia o que tinha feito. Eu falei para
ela: 'te amo, minha irmãzinha querida, você
merece tudo de bom, merece ser feliz, me
perdoe por tudo o que fiz, por favor'. Ela
me abraçou, e começamos a chorar. Da mesma
forma, fiz com meus outros dois irmãos: pedi
perdão do fundo de meu coração; pela
primeira vez, vi minha família unida, senti
uma grande alegria.
Ainda faltava mais uma sessão, tinha que
saber o que tinha acontecido com o meu
marido daquela existência passada?
Na última sessão, senti no consultório um
calor tão gostoso, senti também um cheiro de
rosas, vi um homem e uma mulher, estavam de
branco e nas roupas tinham detalhes que
pareciam de ouro. Intui que era o meu marido
Afonso daquela vida passada e a mulher dele,
a Cecília, a que tinha falecido; comecei a
chorar, não conseguia olhar para eles,
sentia vergonha do que tinha feito no
passado, pedi perdão. Afonso me falou:
'Minha querida e amada irmã, como você
evoluiu, estamos tão felizes por seu
crescimento, é para você que deve pedir
perdão, não para nós; somos apenas
companheiros de viagem, apenas instrumentos
para que possamos alcançar a perfeição, se
perdoe'. Cecília pegou a minhas mãos, mas me
sentia tão sem graça, que não olhava
diretamente para ela, ela sorriu, passou as
mãos em meu rosto e me disse: Você está
livre, minha menina; estamos aqui torcendo
por você, vá e viva!
Dr. Osvaldo, o senhor me perguntou naquela
sessão se eu queria fazer alguma pergunta ao
casal; na verdade, eu só agradecia, e um
sentimento de amor tomou conta de mim, pois
realmente me sentia livre. Eles agradeceram,
e os vi indo embora.
Desta forma, consegui entender que tudo que
acontecia de errado em minha vida, na
verdade, era a minha alma que cobrava, ou
seja, eu que me cobrava, estava me
autopunindo por ter prejudicado àquela
família da vida passada. Saí do seu
consultório leve, pois tinha obtido a
resposta, havia entendido a causa de meu
problema. E aconteceu exatamente como o
senhor havia me dito antes de iniciarmos as
sessões de regressão, de que 'A Verdade Vos
Libertará', como dizia o mestre Jesus
Cristo.
Dr. Osvaldo, já se passou um ano após o
término da terapia, e a minha vida hoje é
outra. Já estou no primeiro ano da faculdade
de Psicologia, consegui um emprego na
empresa em que meu irmão trabalha que é na
área de RH, também estou namorando, ele é um
homem muito bom e honesto, estamos
planejando casar no início de 2010.
Enfim, Dr. Osvaldo, estou tão feliz, que
gostaria que todas as pessoas soubessem da
mudança que essa terapia provocou em minha
vida. Se o senhor quiser, eu autorizo a
publicar o meu caso, pois, da mesma forma
que fui beneficiada ao ler o caso clínico
que o senhor publicou em seu site e, com
isso, me fez procurar essa terapia, acredito
que outras pessoas serão também beneficiadas
ao lerem o meu caso.
Agradeço a Deus, ao casal Afonso e a Cecília
(meus mentores) e ao senhor; rezo para que
tenha muita saúde e que possa continuar a
ajudar um maior número de pessoas. Que Deus
te abençoe"! |